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Porque o melhor da vida é sentirmo-nos bem com nós próprios...

Wednesday, April 11, 2007

Acompanhe-me... numa breve viajem ao passado do «baton»

Por altura da Primeira Guerra Mundial surgiu nos Estados Unidos aquilo que hoje designamos por Baton, embora numa variedade muito mais reduzida do que actualmente, e com componentes menos desenvolvidas e de acções mais reduzidas...
Mas, o grande BUM do Baton aconteceu quando começou a ser inserido em revistas de moda destinadas apenas para as mulheres de alta sociedade.

De início, o Baton era apenas um mero ‘colorante’ labial que servia para embelezar as senhoras de estatutos sociais elevados. Devia ser usado discretamente, sem abusar na aplicação do mesmo, e podia recorrer-se ao seu uso em qualquer situação. Nas festas, o Baton era indispensável para marcar a diferença entre as ‘Madames’, provenientes de um estatuto elevado, daquelas que viviam mais modestamente, embora frequentassem também a alta sociedade. Nenhuma camponesa ou lavadeira jamais usaria Baton pois não havia condições monetárias para esse efeito, e porque não estava destinado à sua classe social.

Os constituintes do Baton alteraram-se ao longo dos anos, mas na realidade a fórmula para essa base sólida mantém-se quase igual. Alguns dos constituintes do Baton foram substituídos e outros suprimidos de vez. Na realidade, o Baton é quase tão antigo como a existência da humanidade. A diferença é que não era conhecido com este rótulo, e recorria-se ao uso do mesmo através de formas arcaicas e de plantas totalmente naturais, confeccionadas pela via de métodos caseiros.

A Mulher esteve sempre preocupada com a sua beleza, mas nem sempre foi permitida a devida dedicação desta à mesma ou o estudo pormenorizado das melhores alternativas para uma cosmética eficaz.
Quando a ‘Vogue’, uma das mais antigas, lendárias e pioneiras revistas de moda surgiu, o uso do Baton subiu em flecha. Os especialistas da revista fizeram elevar a importância do Baton ao rubro, o que fez com que todas as mulheres ficassem fascinadas e totalmente rendidas, àquela massa sólida gordurosa que conferia cor aos lábios.
Aos poucos, todas as mulheres começaram a usar Baton, independentemente do seu estatuto e classe social. Alcançando até o mundo do cinema, o Baton tornar-se-ia num objecto de aplicação normal, utilizado por todas as mulheres da cidade incluindo prostitutas, dançarinas de cabaret, ou donas de casa prendadas. Nessa altura, a sua utilização começou a ser vulgarizada, pois aquilo que começou por ser uma imagem das classes mais abastadas passou a tornar-se o cartão de visita para actrizes de Hollywood e mulheres com profissões relacionadas a comportamentos imorais. Ao Baton começou a ser associada uma imagem pecaminosa e depravada, que só mais tarde viria a ser quebrada.
A emancipação da Mulher e a liberdade limitada que lhe foi concedida deixaria emergir novamente o uso do Baton como algo banal, sem estar associado a provocações ou a ‘raparigas’ menos prendadas.
Hoje, o Baton pode ser uma arma muito poderosa em diversas situações. A cor que é conferida aos lábios pode ser a chave de ouro para uma imagem perfeita, de classe, elegância ou até mesmo de ousadia. A variedade das cores é tal que pode encontrar cores que se adequam mais a situações banais, outras de carácter profissional, e ainda cores propícias para a noite e outras mais suaves, para o dia.
Actualmente, já se encontra facilmente Baton para proteger e hidratar os lábios do frio, vento e sol, ao mesmo tempo que lhes dá cor.
Na medida em que o preço oscila bastante, os Batons estão agora acessíveis a todas as classes sociais, e ninguém julga ou rotula uma Mulher apenas por esta usar Baton.
Uma arma indispensável para qualquer mulher, ou apenas uma expressão da vaidade feminina, o certo é que o Baton está aí!
E, para ficar por muito tempo!
Fonte: Fórum da Mulher Portuguesa

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Thursday, March 22, 2007

Dormiu bem hoje?

Ora bom dia!
Depois de se ter ontem comemorado mais um «Dia Mundial do Sono», nada como parar um pouco para pensar sobre a questão que lhe coloco: dormiu bem esta noite?
Se tem dúvidas, saiba que bocejos, cansaço, dores de cabeça, irritabilidade ou mau humor são sinais de noite mal dormida. E que apesar de não o assumirem, cerca de trinta por cento dos portugueses sofrem de perturbações do sono, desde o ressonar às insónias.
Os portugueses evitam pensar nas horas em que não dormem. “Deitar tarde, o stress, as preocupações com o trabalho: tudo isto ajuda a termos problemas. Mas nunca me preocupei em saber se está tudo bem”, esta será possivelmente a resposta de muitos, quando confrontados com esta questão.
Agora, se olharmos para os números, observamos que os portugueses gastaram no ano passado mais de oitenta milhões de euros em comprimidos sedativos, hipnóticos e para a ansiedade (ansiolíticos). Segundo os dados divulgados pelo Infarmed, foram gastos 81,94 milhões de euros em medicamentos para ajudar a dormir ou para combater a ansiedade. “Fico assustadíssima com este uso de medicamentos”, afirma Teresa Paiva, neurologista e especialista em distúrbios de sono. “Está-se a viver uma loucura de vida em Portugal. As pessoas têm sempre mais compromissos do que deviam ter, mesmo financeiros, e desenvolvem quadros de ansiedade muito grandes”, disse a especialista, para quem seria ideal que as pessoas dormissem sete a nove horas por noite.
Por tudo isto, veja bem se não está na altura de mudar os seus hábitos nocturnos...
E lembre-se ainda, dormir bem, faz bem à pele!
Um bom dia para todos!

Monday, January 08, 2007

Olá a todos!

Bem-vindos ao OriNet!

Comunicar, acima de tudo, será o meu lema!